<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890</id><updated>2011-07-07T16:02:03.659-07:00</updated><category term='Notas biográficas'/><category term='Opinião'/><title type='text'>Notas biográficas</title><subtitle type='html'>Portugueses sem história?!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-7269335266615640458</id><published>2009-10-23T10:48:00.000-07:00</published><updated>2010-02-13T10:05:33.979-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>Portugueses sem história?!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este espaço foi criado com a finalidade de expor as minhas ideias e conhecer a opinião dos visitantes do blogue sobre um tema que tem sido nos últimos anos frequentemente abordado, que é o das personagens esquecidas (ou quase esquecidas) da História de Portugal. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estas podem ser também, historicamente, personagens da História do Brasil de África e da Índia. Não pretende ser um espaço vocacionado para a discussão sobre teoria da História, modelos historiográficos ou sobre a democratização da História, do género: quem deve ser considerado como personagem da história, apenas os «heróis» ou o também cidadão comum? Também não é, por enquanto, um espaço para discutir a História Local, apesar de ela ser um dos meus temas favoritos. O assunto em foco é o das figuras nacionais ou plurinacionais que se fizeram notar no seu tempo, mas sobre as quais, injustificadamente, ainda não reza a História (portuguesa, brasileira...). E as questões essenciais são: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Existem «heróis» ignorados? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem são eles, e por que devem ser resgatados para a História?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Espero que na troca de ideias e opiniões, na partilha de informações ou em simples comentários sobre estas questões, não se usem aqui palavras ou expressões claramente ofensivas ou que visem desrespeitar alguém. Proponho também que seja utilizada uma linguagem simples e acessível, devendo ser evitados quaisquer tipo de (pre)conceitos académicos e de preciosismos argumentativos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relativamente às questões que lancei a minha opinião é a de que a História tem efectivamente subvalorizado, e até omitido, uma grande parte de portugueses que dedicaram a sua vida ao serviço da Nação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se perguntarmos a um cidadão comum, português ou brasileiro, quem foi Pedro Álvares Cabral, certamente que nenhum deles terá dificuldade em responder. Se a pergunta for a respeito de Pedro Jacques de Magalhães, muito provavelmente a resposta, se existir, não será apresentada com tanta convicção e não será comum: O brasileiro poderá relacionar a personagem com a guerra contra os holandeses no Recife, enquanto que o português o ligará à batalha de Castelo Rodrigo. Mas se depois a pergunta for quem foi Henrique Jacques de Magalhães, a resposta seria obviamente qualquer coisa como:- Sei lá! Não terá sido parente do outro? O que em qualquer caso, infelizmente, é desculpável, mas mais para o brasileiro do que para o português. Isto é apenas uma conjectura, ou seja, uma situação que pode acontecer e, se acontecer, não significa que resulte do nível de conhecimentos das pessoas, mas reflecte, sem dúvida, a infindável necessidade de alargamento do objecto da historiografia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando por curiosidade pessoal decidi começar a pesquisar a genealogia de Pedro Jacques de Magalhães, uma personagem sobre a qual pouco sabia, exceptuando o facto de ter sido um brilhante comandante militar que fez o que fez, contra todas as probabilidades, na batalha de Castelo Rodrigo e de ter sido agraciado com o título de visconde de Fonte Arcada, descobri uma dezena de portugueses da mesma linhagem que não constam (compreensivelmente) nos manuais escolares nem sequer (incompreensivelmente!) nas edições da História de Portugal mais consagradas. As referências que sobre eles encontrei nos nobiliários incitaram-me a fazer uma paralela pesquisa das suas vidas nos mais variados recursos documentais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As notas biográficas que recolhi, que se encontram também publicadas neste blogue, fizeram-me tomar a firme convicção de que na sombra da plêiade de heróis nacionais que têm merecido, e bem, um lugar ao sol na História de Portugal, existe um número muito maior de personagens cujas acções militares, diplomáticas e políticas justificam igual merecimento, mas permanecem ainda, uns mal conhecidos e outros completamente desconhecidos por parte da maioria dos portugueses, apesar de alguma atenção que sobre eles tem recaído por um círculo restrito de estudiosos académicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penso que os viscondes de Fonte Arcada inserem-se nesta linha de portugueses que a História de Portugal ainda não foi capaz de resgatar. São eles &lt;strong&gt;Pedro Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt;, seu filho, &lt;strong&gt;Henrique Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt;, que não usou do título mas foi, tal como seu pai, um grande chefe militar na infantaria e na armada, &lt;strong&gt;Manuel Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;António Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;João António Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;António Francisco Jacques de Magalhães.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-7269335266615640458?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/7269335266615640458/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/10/portugueses-sem-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/7269335266615640458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/7269335266615640458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/10/portugueses-sem-historia.html' title='Portugueses sem história?!'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-8191644812315953403</id><published>2009-05-10T12:39:00.001-07:00</published><updated>2010-02-13T10:46:36.529-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>Pedro Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; (1620 — 1688), 1º visconde de Fonte Arcada, foi um dos militares da Guerra da Restauração, que se destacou na Batalha de Castelo Rodrigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O Militar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Revelando-se como um firme opositor ao domínio filipino, foi preso na América espanhola a seguir ao golpe de 1 de Dezembro de 1640, juntamente com outros portugueses, de entre os quais figurava João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa, 2º conde de Castelo Melhor, quando tentavam apoderar-se de uma frota espanhola carregada de prata, tendo como objectivo conduzi-la a Portugal. Pouco depois consegue fugir, regressando à Pátria, onde é provido no cargo de governador de Olivença. Ocupava este cargo em 1646 quando foi ferido num ataque militar a Valência. &lt;a href="http://www.ship.pt/janela_historia/figuras_militares.php."&gt;[1] &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A 4 de Novembro de 1649 D. João IV confiou-lhe o almirantado da esquadra que escoltou a primeira frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil, composta por 40 naus, que largou do Tejo com destino a esta colónia e ancorou em Pernambuco sem quaisquer incidentes com os holandeses. No dia 20 de Dezembro de 1653 voltou ao mesmo local da costa brasileira, desta feita como capitão-general, em parceria com Francisco de Brito Freire, com uma armada de 60 navios «&lt;em&gt;bem aparelhados&lt;/em&gt;», numa missão de clara intimidação aos holandeses, a respeito dos quais haviam chegado à corte notícias de ataques a algumas naus da jovem Companhia Geral e de objecções diplomáticas aos seus direitos naquelas águas. Pedro Jacques de Magalhães não hesitou perante a oportunidade que assim se lhe oferecia para intervir nas lutas contra as invasões holandesas do Brasil. &lt;a href="http://www.geocities.com/Athens/Pantheon/2111/montes.htm"&gt;[2]&lt;/a&gt; A sua acção de maior relevo ao comando dessa armada foi o auxílio que prestou ao mestre de campo general de Pernambuco, Francisco Barreto de Meneses, no cerco de Recife, em 1654.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando de novo a Portugal, «&lt;em&gt;aparece-nos envolvido na maior parte dos combates que se vão travar até ao fim da Guerra da Restauração&lt;/em&gt;».[3] Com efeito, em 1658 surge como general de Artilharia do exército do Alentejo e no ano seguinte toma parte na Batalha das Linhas de Elvas, ocupando a patente de 1º mestre de campo deixada vaga pelo general André de Albuquerque de Ribafria, que aí foi mortalmente ferido. &lt;a href="http://www.academiamilitar.pt/proelium-n.o-5/a-importancia-das-linhas-de-elvas-para-a-independencia-nacional-parte-i.html"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1663, sendo já mestre de campo general da Beira, acorre outra vez ao Alentejo com as suas forças em socorro do exército do 3º conde de Castelo Melhor, governador das Armas desta província, o qual temia pela sua segurança, em consequência da recente ofensiva de D. João de Áustria. Toma, então, parte na conquista de Évora, de onde sai novamente ferido. É assinalada a sua presença «&lt;em&gt;no Ameixial, voltando depois à Beira, e tomando parte, em 1664, na conquista de Alcântara, onde foi ferido mais uma vez, ficando aleijado duma perna&lt;/em&gt;» para o resto da vida. &lt;a href="http://www.ship.pt/janela_historia/figuras_militares.php."&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O infortúnio de Alcântara não parece ter refreado o ânimo do intrépido militar que, tendo sido promovido, nesse mesmo ano de 1663, a governador das armas da província da Beira, aliás no comando único dos dois partidos, o &lt;em&gt;partido de Almeida ou de Ribacoa,&lt;/em&gt; e o de &lt;em&gt;Penamacor ou de Castelo Branco,&lt;/em&gt;&lt;a href="http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/05/10/governadores-das-armas-portugal-provincia-da-beira/"&gt;[5]&lt;/a&gt; viria a colher a maior glória da sua carreira do sucesso que logrou obter na célebre batalha de Castelo Rodrigo, a 7 de Julho de 1664. Haja em vista a descrição coeva que no &lt;em&gt;Mercúrio Português&lt;/em&gt; o seu redactor, António de Sousa de Macedo, fazia dos factos. &lt;a href="http://purl.pt/12044/3/P227.html"&gt;[6] &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Outubro de 1665, temendo-se uma reacção dos castelhanos no Norte, Pedro Jacques de Magalhães juntou as suas forças com as dos condes de São João da Pesqueira e de Miranda do Corvo e foi com eles guarnecer a fronteira do Minho, de onde aproveitaram para fazer algumas incursões na Galiza, chegando a ocupar a fortaleza de La Guardia. Em retaliação, forças castelhanas irromperam pela raia de Trás-os-Montes, assolando as terras do Barroso, Montalegre e Chaves. [7]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1668 fez parte das cortes de Lisboa que sancioram a deposição de D. Afonso VI e juraram o infante D. Pedro como &lt;em&gt;príncipe regente e governador do Reino.&lt;/em&gt;[8]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não tinha terminado ainda a acção deste militar ao serviço da coroa portuguesa, que entretanto pareceu ao conselho real sobejamente meritória pelo que, por carta datada de 6 de Fevereiro de 1671, o monarca lhe concedeu o título de 1º visconde de Fonte Arcada. Em 21 de Julho de 1675 Pedro Jacques de Magalhães, provido no posto de capitão-general da armada real, comandou uma esquadra de 11 navios de guerra que D. Pedro II ordenou fosse aprestada para patrulhar as águas do litoral entre o Cabo de São Vicente e as Berlengas onde actuavam os corsários mouros de Argel. A rota traçada visava amedrontar os mouros, mas «&lt;em&gt;não se viram os resultados de tão custosa empresa&lt;/em&gt;», pois eles continuaram a atacar as frotas das carreiras da Índia e do Brasil. &lt;a href="http://adcpps.googlepages.com/set07.pdf"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, a 5 de Novembro de 1675, foi feito &lt;em&gt;familiar do Santo Ofício. &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.fronteira-alorna.pt/batalhasSearch/pessoa/pessoaFicha.jsp?pessID=215"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse mesmo ano «&lt;em&gt;foi enviado em socorro dos espanhóis que os mouros cercavam em Oran e conseguiu introduzir o socorro na praça, à custa de inúmeras dificuldades, sendo esta a última acção conhecida da sua agitada e notável carreira militar, que terminava com a sua morte em 1688&lt;/em&gt;». &lt;a href="http://www.ship.pt/janela_historia/figuras_militares.php."&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dando por terminada a sua carreira militar em 1676, afigura-se-nos após essa data mais empenhado em assegurar a integridade do seu património, pois em 1681 instituiu formalmente o morgadio da Terrugem, o qual integrou o imponente palácio da Flor da Murta que havia sido construído pelos senhores de Alconchel, da família Pereira Faria, depois passado aos Meneses. A medida, porém, não resultou visto que o imóvel regressaria à posse desta nobre família por via do casamento de uma das suas filhas, Antónia Madalena de Vilhena, com D. António de Meneses de Sotto Mayor. &lt;a href="http://www.jf-santacatarina.pt/Palacio_Murta.pdf"&gt;[11] &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por essa altura, para além de senhor da casa dos Jacques de Magalhães, já seria comendador da ordem de Cristo e membro do conselho real e da junta do comércio. &lt;a href="http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf"&gt;[12]&lt;/a&gt; Relativamente à comendadoria da ordem de Cristo, mencionada por Felgueiras Gaio no &lt;em&gt;Nobiliário das Famílias de Portugal&lt;/em&gt;, podemos concretizar, crendo nas anotações do Pe. António da Costa, que se tratava das comendas de São Pedro de Aldeia de Joanes e de São Miguel da Foz de Arouce. De acordo com a mesma fonte, usaria ainda o título de alcaide mor de Castelo Rodrigo, também «&lt;em&gt;por mercè del Rey D. Pedro o Segundo&lt;/em&gt;». [13]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1684, na qualidade de general do mar, Pedro Jacques de Magalhães destacava-se no conselho de guerra dos restantes conselheiros de Estado, ao lado de outras figuras de proa desse conselho, que também deixaram bom nome na guerra da Restauração, designadamente Nuno da Cunha, conde de Pontével, Dinis de Melo e Castro, governador das armas do Alentejo e Francisco Barreto.[14] Era a devida homenagem ao homem que consumira a sua vida nas mais encarniçadas batalhas para a reconstrução da soberania nacional. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A família&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pedro Jacques de Magalhães foi o único filho varão de Henrique Jacques de Magalhães e de Violante de Vilhena. Desconhece-se a data precisa do seu nascimento, apontando-se o ano de 1620 como provável, mas é certo que faleceu no dia 8 de Dezembro de 1688. Pelo lado paterno foi bisneto de Henrique Jacques, cavaleiro da Ordem de Cristo e trineto de Pedro Jaques, fidalgo da Casa Real que esteve na batalha de Toro com D. Afonso V e instituiu o morgadio da Bordeira. &lt;a href="http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf"&gt;[15]&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do lado materno descendia da aristocracia castelhana, pois seu trisavô foi Sancho de Tovar, intitulado 6º senhor de Cevico, que detinha o senhorio de Boca de Huérgano e de Cevico e seu avô foi o homónimo deste, Sancho de Tovar, copeiro-mor de D. Sebastião. Casou primeiro com Luísa Freire de Andrade que lhe deu dois filhos, sendo primogénito Henrique Jacques de Magalhães que foi alcaide-mor de Castelo Rodrigo e desempenhou outros importantes cargos militares e administrativos. Casou depois com Maria de Vilhena, de cujo enlace nasceram mais seis filhos, o terceiro dos quais, Manuel Jacques de Magalhães, veio a ser o 2º visconde de Fonte Arcada. &lt;a href="http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=39996~http://www.jf-"&gt;[16]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As homenagens&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cumpre observar que antes de receber o título de visconde, Pedro Jacques de Magalhães havia já sido homenageado no campo da Salgadela onde se decidiu a vitória das armas portuguesas na batalha de Castelo Rodrigo, pois foi aí, próximo da localidade de Mata de Lobos, que João da Fonseca Tavares erigiu o monumento comemorativo que é hoje vulgarmente conhecido como «&lt;em&gt;a cruz de Pedro Jacques&lt;/em&gt;». O monumento da praça dos Restauradores, em Lisboa é uma homenagem ao colectivo dos heróis da Restauração, mas outras homenagens, póstumas lhe têm sido particularmente prestadas em vários pontos do país, através de adopções toponímicas e patronímicas, sendo exemplos disso a existência de ruas e escolas que receberam o seu nome, assim em Figueira de Castelo Rodrigo, como em Alverca do Ribatejo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;↑ 1,0 1,1 1,2 BIBLIOTMilitares da Restauração, ECA DA S.H.I.P., Figuras General Ferreira Martins, Lisboa. Revista Militar, 1940, Ano XCII, Dez., Nº 12, III Centenário da Restauração do Estado Português.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 2 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/Athens/Pantheon/2111/montes.htm"&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;Site&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;↑ 3 CASTELO BRANCO, Fernando: Pedro Jacques de Magalhães in Dicionário de História de Portugal, direcção de Joel Serrão, vol. IV, p. 139, Livraria Figueirinhas, Porto, 1990.&lt;br /&gt;↑ 4 PROELIUM-Revista da Academia Militar, A importância das Linhas de Elvas para a independência nacional (Parte I), Carlos Jorge Cid Figueira, aspirante aluno de Artilharia.&lt;br /&gt;↑ 5 Governadores das Armas – Portugal – Província da Beira, Blogue de História Militar dedicado à Guerra da Restauração ou da Aclamação, 1641-1668.&lt;br /&gt;↑ 6 Mercurio Portuguez com as novas da Guerra entre Portugal &amp;amp; Castela, red. António de Sousa de Macedo, Jan. 1663-[Jul. 1667], Lisboa, 1663-1667.&lt;br /&gt;↑ 7 SERRÃO, Joaquim Veríssimo, História de Portugal, vol. V, Editorial Verbo, 2ª edição, 1982, p.56.&lt;br /&gt;↑ 8 CASTELO BRANCO, Fernando, Ob. cit.&lt;br /&gt;↑ 9 SERRÃO, Ob cit., vol. V, , Editorial Verbo, 2ª edição, 1982, p.213. Citado por F. Nobre, História de Portugal,os reis que nos governaram - D. Pedro II, in Comunidades a Caminho, boletim paroquial, nº76, Set 2007&lt;br /&gt;↑ 10 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fronteira-alorna.pt/batalhasSearch/pessoa/pessoaFicha.jsp?pessID=215"&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;Site&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #996633; font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 11 Direcção-geral dos edifícios e monumentos nacionais, 23 Ago 2006&lt;br /&gt;↑ 12 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal, Braga/ Agostinho de Azevedo Meirelles e Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga, Pax, 17 vol, tomo XVI, p. 129.&lt;br /&gt;↑ 13 COSTA, António Carvalho da, 1650-1715, Ob cit. p. 376&lt;br /&gt;↑ 14 SERRÃO, Joaquim Veríssimo, História de Portugal,Ob. cit. p.322&lt;br /&gt;↑ 15 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Ob. cit. pp 129-130.&lt;br /&gt;↑ 16 Geneall.net&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #993399; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-8191644812315953403?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/8191644812315953403/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/pedro-jacques-de-magalhaes_10.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/8191644812315953403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/8191644812315953403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/pedro-jacques-de-magalhaes_10.html' title='Pedro Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-950833539808303387</id><published>2009-05-10T12:38:00.002-07:00</published><updated>2010-02-13T10:03:23.037-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>Manuel Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Manuel Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; (1670 — 1707), 2º visconde de Fonte Arcada, foi um nobre e diplomata português dos finais do século XVII. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Biografia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nasceu cerca de 1670, no rescaldo da guerra da Restauração, e cresceu no delicado ambiente de tensão que se interpunha para a reconciliação entre as duas monarquias, agora separadas, numa altura em que a diplomacia se impunha mais do que antes aos estados soberanos como uma peça fundamental no xadrez político internacional. Manuel Jacques de Magalhães soube tirar partido da conjuntura política do seu tempo, usando os dotes que possuía, ou aparentava possuir, para a diplomacia e insinuar-se na corte como o candidato certo para representar a nação restaurada no próprio país que repudiara. De facto, D. Pedro II escolheu-o como «enviado extraordinário a Castela». Mais tarde, desempenhou a mesma função diplomática em Inglaterra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi detentor de um vasto património honorífico e material: Foi senhor da casa de seu pai, visconde de Fonte Arcada e comendador, na ordem de Cristo, de São Pedro da Aldeia de Joanes e de São Miguel da Foz de Arouce.[1] Este património já o detinha seu pai, Pedro Jacques de Magalhães que por isso lho transmitiu, não sem se ajustar um acordo com seu meio-irmão, primogénito, Henrique Jacques de Magalhães, o qual, na expressão de António Carvalho da Costa na Corografia Portuguesa, «&lt;em&gt;foy alcayde de Castello Rodrigo, por cuja mercè, &amp;amp; outras mais deyxou por composição que fez com seu irmão Manoel Jaques, ao titulo de Visconde&lt;/em&gt;», isto é, o qual, em nome do título de alcaide mor de Castelo Rodrigo, entre outros, abdicava do de visconde de Fonte Arcada.[2] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sua missão diplomática em Londres terminaria em 1696, quando foi substituído por D. Luís da Cunha nas funções de enviado extraordinário.[3]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1706, em plena guerra da sucessão espanhola, Manuel Jacques de Magalhães acompanhou de perto a ofensiva das forças anglo-luso-alemãs nas terras de Ciudad Rodrigo e Salamanca, enviando nesse ano uma carta ao Secretário de Estado em Portugal, dando-lhe conta dos progressos obtidos por aquelas forças nessa região.[4]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veio a falecer, segundo o mesmo autor da Corografia Portuguesa, em 1707 quando era governador da província da Beira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi o 3º filho de Pedro Jacques de Magalhães e de sua 2ª mulher, Maria de Vilhena. Pertencia à linhagem portuguesa dos Jacques que remonta ao século XIV e se radica em Guillen Jacques, fidalgo aragonês, que passou a Portugal por volta de 1429, na companhia da infanta D. Leonor de Aragão que veio casar-se com o infante D. Pedro, estabelecendo-se no Algarve, entre Alvor e Lagos.[5] Foi quadrineto paterno de Pedro Jacques, fidalgo e cavaleiro da corte de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel, que instituiu o morgadio da Bordeira, e trineto de Henrique Jacques, que foi alferes mor da ordem de Cristo e capitão mor da armada do Algarve. Pelo lado materno descendia de uma antiga família na nobreza portuguesa, os senhores da honra de Teixeira. Manuel Jacques de Magalhães não deixou descendentes.[1] [6]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;__________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 1,0 1,1 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal, Braga/ Agostinho de Azevedo Meirelles e Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga, Pax, 17 vol, tomo XVI, pp 129-130. Excerto: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 2 COSTA, António Carvalho da, 1650-1715, &lt;em&gt;Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal...&lt;/em&gt; / P. Antonio Carvalho da Costa. - Lisboa : na Off. de Valentim da Costa Deslandes, 1706-1712. - 3 vol., tomo III, p.377 in BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 3 ALVES, Paulo Renato de Castro, D. Luís da Cunha e os cristãos-novos, Universidade Estadual de Maringá, Brasil. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dhi.uem.br/gtreligiao/pdf/st12/Alves,%20Paulo%20R.%20C.pdf"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://www.dhi.uem.br/gtreligiao/pdf/st12/Alves,%20Paulo%20R.%20C.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 4 PORBASE, Base nacional de dados bibliográficos, etiqueta de registo 06185cam 02200253 04500 nota de conteúdo 327, «&lt;em&gt;Copia da carta que o Visconde de Fonte Arcada mandou ao Secretario de Estado dando-lhe conta do modo em que ficava já a brexa de Salamanqua e das mais operações que tinha feito a nossa Cavalaria até o dia 17 de Setembro de 1706&lt;/em&gt;» (p. 147-149) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://urn.porbase.org/bibliografia/unimarc/txt?id=47284"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://urn.porbase.org/bibliografia/unimarc/txt?id=47284&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 5 VARELLA, Luis Soveral, Genealogia. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;↑ 6 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=39996~http://www.jf"&gt;&lt;span style="color: #663366; font-size: 85%;"&gt;http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=39996~http://www.jf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;-&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-950833539808303387?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/950833539808303387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/manuel-jacques-de-magalhaes_10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/950833539808303387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/950833539808303387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/manuel-jacques-de-magalhaes_10.html' title='Manuel Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-6240564584022546161</id><published>2009-05-10T12:38:00.001-07:00</published><updated>2010-02-13T09:58:05.382-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>Henrique Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Henrique Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; (c. 1650 – Goa, 1700) Foi um fidalgo e militar português. Foi governador de Angola&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Biografia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A data do seu nascimento não tem sido devidamente esclarecida. Recentes fontes de informação dedicadas à genealogia sugerem que teria nascido cerca de 1630, mas a sugestão não é credível, pois, estranhamente pode extrair-se das mesmas fontes que, por esse tempo, ainda andaria o seu progenitor Pedro Jacques de Magalhães pelos 10 anos de Idade. [1] Fazendo fé em António Carvalho da Costa na sua Corografia Portuguesa, parece ser mais acertado que tenha nascido por volta de 1650, uma vez que o autor assinala a sua presença na batalha de Castelo Rodrigo, em 1664 assistindo o pai em combate, com a «idade de quatorze annos». [2] Mesmo que se admita algum exagero por parte de Carvalho da Costa, a verdade é que a tenra idade de Henrique Jacques de Magalhães naquela data é corroborada pelas palavras de Pedro Jacques de Magalhães na carta que enviou ao rei D. Afonso VI a seguir à batalha, onde se refere ao filho como estando «ainda nos seus poucos annos». [3]&lt;br /&gt;Nascido no seio de uma família da nobreza militar portuguesa, quis, desde os seus catorze anos, seguir a tradição familiar, enveredando pela carreira das armas. Seguindo seu pai, exercitou a seu lado nas grandes batalhas da guerra da Restauração. Combateu em Elvas e em Montes Claros nos postos de «&lt;em&gt;capitão de cavalos couraças&lt;/em&gt;» e «&lt;em&gt;capitão das guardas&lt;/em&gt;», onde foi ferido, no rosto, atingido por uma bala. Participou ainda na conquista de Évora e no Ameixial, de onde saíu ferido numa perna. [4] Em 1664, ocupando o posto de capitão de infantaria, volta a acompanhar o pai, desta feita na batalha de Castelo Rodrigo, onde, mais uma vez, deu provas da sua bravura. O governador das armas da Beira, em carta enviada a D. Afonso VI, no rescaldo do confronto, onde descrevia os extraordinários feitos das forças portuguesas e exaltava o desempenho dos seus oficiais, não poupou elogios ao filho, a quem ofereceu, aliás, como prémio, a honrosa tarefa de fazer chegar pessoalmente ao monarca a dita carta. Uma cópia desta carta, a que já atrás fizemos referência, veio a público, poucos dias depois, pela mão de António de Sousa de Macedo no Mercúrio Português. [5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, Henrique Jacques de Magalhães seria nomeado alcaide-mor de Castelo Rodrigo, admitido no conselho real e promovido a mestre de campo no terço da armada, depois a capitão general. [6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1694, encontrando-se no posto de capitão general, foi nomeado governador de Angola, cargo que exerceu durante 3 anos com a diligência e a firmeza a que essa responsabilidade obrigava. Logo no primeiro ano do seu mandato, foi incumbido pelo conselho de D. Pedro II de pôr em circulação em Angola a sua primeira moeda privativa, cunhada com a franquia de cinco reis. Mas como a moeda desse origem a duas rebeliões por parte da soldadesca brasileira estabelecida na guarnição de Luanda, inconformada com a prática do soldo - cujo valor nominal era de 200 reis, mas ascendia a 700 reis, quando paga em panos -, Henrique Jacques de Magalhães foi chamado a usar da sua autoridade para esmagar as conspirações que gizavam um plano de acção por forma a obrigar o governo local a alterar o padrão monetário. Denunciados por Gregório de Matos e Guerra, um poeta desterrado da Baía, os conspiradores foram descobertos e condenados, e o delator recompensado com a autorização para regressar ao Brasil.[7] Mas essa moeda nunca chegou a circular em Angola.[8]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em 1695 Henrique Jacques de Magalhães reclamava dos direitos que, por inerência do cargo, lhe eram devidos no âmbito da política das mercês da administração ultramarina, solicitando da Coroa a legitimação formal do mesmo privilégio que haviam tido os seus antecessores quanto ao monopólio do comércio dos escravos e do comércio do marfim na costa atlântica. [9] Convém observar que esta atitude por parte do governador integrava-se perfeitamente na linha do «homem ultramarino» da sua época, cujo perfil traçado por Mafalda Soares e citado por Andréa Gonçalves, é o do homem que procura as «suas fortunas nas colónias com o fito de regressar à Corte alcançando uma condição superior». As autoras destacam explicitamente Henrique Jacques de Magalhães como um dos exemplos mais representativos desse perfil. [10]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1697 atingiu notoriedade ao intervir junto do poder central numa das questões mais delicadas da administração ultramarina, no contexto da religião e assistência, que foi a da forma como deviam ser constituídas as juntas das missões no Atlântico português. Expediu cartas ao conselho ultramarino, denunciando as arbitrariedades que vinham sendo cometidas nesse âmbito e pedindo que fosse definida com urgência «uma forma determinada para a precedência das vozes e assentos na Junta». O pedido foi atendido em Abril do mesmo ano. Reunido o conselho e consultada a questão, foi-lhe dada razão acerca do que protestava e aprovada a resolução que se guardou por muitos anos na administração colonial em Angola e que determinava «que o governador presidisse a Junta, e, na sua ausência, a pessoa que em seu lugar governasse. Sentava-se junto ao governador o bispo e, de imediato ao bispo, o Ouvidor Geral (que também servia de Provedor da Fazenda em Angola), seguindo-se logo o Prelado da Religião que fosse mais antigo no tempo de prelado e da mesma maneira os outros prelados das demais religiões». [11] Com este tributo para a boa gestão do império colonial português cessava Henrique Jacques de Magalhães as suas funções de governador de Angola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos que se seguiram permaneceu no posto de capitão general da armada da Índia e foi neste alto posto que se manteve até aos seus últimos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem o dê como tendo falecido em Mombaça, no ano de 1727, eventualmente em socorro da armada que o vice-rei para aí enviara nesse ano para reconquistar a cidade em poder dos árabes. Mas esta posição perece inverosímil, tendo em conta que aquela data e os os factos a ela associados são a única referência que dele voltamos a ter desde o virar do século. Tal hiato afigura-se, no mínimo, improvável.&lt;br /&gt;A verdade parece estar mais próxima da forma como foi exposta por António Carvalho da Costa, na Corografia Portuguesa: Em 1698 Henrique Jacques de Magalhães partiu com uma armada em socorro a Mombaça que se encontrava sitiada pelos árabes de Omã. No ano seguinte avistou a cidade e, como a visse irremediavelmente perdida para os mouros, rumou a Goa onde se recolheu e , em 1700, veio a falecer, enquanto aguardava novas ordens da corte. [12] A historiografia actual, abona em favor destes factos, fazendo eco do estado de desespero a que, nos finais do século XVII chegara o Estado da Índia que resultava da incapacidade sentida pelas autoridades em controlar os pontos estratégicos de apoio à navegação portuguesa na costa oriental de África. E de facto, naquele ano de 1698, quando era governador António da Câmara Coutinho, o assédio dos árabes de Omã a Mombaça intensificavam-se perigosamente, justificando-se a mobilização de socorros militares. Tais socorros, afinal, chegaram tarde.«No tempo de António da Câmara Coutinho (1698-1701) perdeu-se Mombaça e continuou a fazer-se sentir a pressão dos ingleses no Golfo Pérsico». [13]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Henrique Jacques de Magalhães foi o 1º filho de Pedro Jacques de Magalhães e da sua primeira esposa, Luísa Freire da Andrade.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O seu avô paterno foi o homónimo Henrique Jacques de Magalhães, fidalgo da Casa real, e o seu trisavô paterno foi Henrique Jacques, senhor do morgado da Bordeira, alferes mor da ordem de Cristo e capitão da armada no Algarve que, por sua vez, foi filho de Pedro Jacques que instituiu o dito morgado e foi fidalgo da corte, senhor dos Paços da Bandeira no reinado de D. Afonso V, com quem esteve na batalha de Toro, comendador de Bouças no reinado de D. João II e membro do conselho do rei D. Manuel. [14] Esta linhagem dos Jacques remonta ao início do século XIV e tem origem em Gillen Jacques, um fidalgo aragonês que, por se ter envolvido com D. António de Luna no assassinato de D. João de Herédia, bispo de Saragoça em Castela, encontrou refúgio no Algarve no período da regência do infante D. Pedro e do qual se diz ter sido filho de outro Gillen Jacques que possuía solar nas montanhas de Jaca. [15]&lt;br /&gt;A sua avó paterna, Violante de Vilhena, foi filha de Sancho de Tovar, copeiro mor de D. Sebastião e descendente da família castelhana de Tovar, senhores de Cevico e de Boca de Huérgano.&lt;br /&gt;O seu avô materno foi Manuel Dias de Andrade, fidalgo da casa real, cuja linhagem se encontra documentada até Fernão Peres de Andrada, que terá nascido por volta de 1380.&lt;br /&gt;A sua avó materna, Brites da Silva, foi filha de Nuno Rodrigues de Freitas, senhor do morgado da Madalena, cujos ascendentes não possuíram títulos nobiliárquicos. A família Rodrigues de Freitas, oriunda do Algarve, remonta a cerca de 1400, na pessoa de Nuno de Freitas.&lt;br /&gt;Henrique Jacques de Magalhães casou com Lourença Henriques, cujo avô paterno, Garcia Lobo, foi fidalgo da casa real. Desse casamento resultaram 3 filhos: João Jacques de Magalhães que veio a casar com D. Mariana Inácia de Meneses que daria à luz 6 filhos, de entre os quais António Jacques de Magalhães que viria a ser o 3º visconde de Fonte Arcada; António Jacques de Magalhães, que viria a cavaleiro da ordem de Malta; Isabel Bárbara Jacques de Magalhães que viria a casar com João Peixoto da Silva de Almeida Macedo e Carvalho. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;__________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;↑ 1,0 1,1 http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=52401&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;↑ 2 COSTA, António Carvalho da, 1650-1715, Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal... / P. Antonio Carvalho da Costa. - Lisboa : na Off. de Valentim da Costa Deslandes, 1706-1712. - 3 vol., tomo III, pp.377-378 in BND http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;↑ 3 MACEDO, António de Sousa de,Mercurio Portuguez com as novas da Guerra entre Portugal &amp;amp; Castela, Jan. 1663-[Jul. 1667], Lisboa, 1663-1667. http://purl.pt/12044/3/P219.html&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;↑ 4 COSTA, António Carvalho da, Id. Ibid.↑ 5 MACEDO, António de Sousa de,Id. Ibid.↑ 6 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal / Felgueiras Gaio. - [Braga] : Agostinho de Azevedo Meirelles : Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga : Pax. - 17 vol, tomo XVI, p. 130. Excerto: http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑ 7 PERES, Fernando da Rocha, Gregório de Matos e Guerra, uma visita ao poeta, notação Biográfica. http://www2.ufba.br/~gmg/gregorio.html &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-7"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 8. &lt;/span&gt;&lt;a class="external free" href="http://www.angola-saiago.net/moeda1.html" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.angola-saiago.net/moeda1.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-7" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 9 FRAGOSO, J. ,Mercados e negociantes imperiais: um ensaio sobre a economia do império português séculos XVII e XIX, in História: Questões &amp;amp; Debates, Curitiba, n. 36, p. 107, 2002. Editora UFPR. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/historia/article/viewFile/2690/2227" title="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/historia/article/viewFile/2690/2227"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/historia/article/viewFile/2690/2227&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-8" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 10 BICALHO, Maria Fernanda, e FERLINI,Vera Lúcia Amaral, Modos de Governar: Ideias e práticas políticas no império português, séculos XVI a XIX, São Paulo: Alameda, 2005./Andréa Lisly Gonçallves, Prof. Do Dep. De História da U. F. de Ouro Preto, in almanack brasiliense, nº 03, Maio 2006, p.142. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.almanack.usp.br/PDFS/3/03_resenha_2.pdf" title="http://www.almanack.usp.br/PDFS/3/03_resenha_2.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.almanack.usp.br/PDFS/3/03_resenha_2.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-9" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 11 MELLO, Márcia Eliane Alves de Souza e, Conflito e jurisdição na constituição das Juntas das Missões no Atlântico Português (séculos XVII-XVIII), Universidade Federal do Amazonas Actas do Congresso Internacional Espaço Atlântico de Antigo Regime: poderes e sociedades. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cvc.instituto-camoes.pt/eaar/coloquio/comunicacoes/marcia_eliane_souza_mello.pdf" title="http://cvc.instituto-camoes.pt/eaar/coloquio/comunicacoes/marcia_eliane_souza_mello.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://cvc.instituto-camoes.pt/eaar/coloquio/comunicacoes/marcia_eliane_souza_mello.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-10" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 12 COSTA, António Carvalho da, 1650-1715, Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal... / P. Antonio Carvalho da Costa. - Lisboa : na Off. de Valentim da Costa Deslandes, 1706-1712. - 3 vol., tomo III, pp.377-378 in BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html" title="http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-11" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 13 SERRÃO, Joaquim Veríssimo, História de Portugal, vol. V, 2ª edição, Editorial Verbo, 1982, pp.292-293&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-12" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 14 GAIO, Felgueiras, Id. Ibid.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Jacques_de_Magalh%C3%A3es#cite_ref-13" title=""&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;↑&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 15 VARELLA, Luís Soveral, Genealogia. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm" title="http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-6240564584022546161?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/6240564584022546161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/henrique-jacques-de-magalhaes_10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/6240564584022546161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/6240564584022546161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/henrique-jacques-de-magalhaes_10.html' title='Henrique Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-3933038604429484139</id><published>2009-05-10T12:37:00.002-07:00</published><updated>2010-02-13T10:45:56.910-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>António Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;António Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt;, (1716 – 16 de Abril de 1776), foi um nobre portugês do século XVIII. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Biografia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este nobre português do século XVIII viveu durante o reinado de D. João V e início do seguinte e segundo algumas fontes de informação[1], usou do título de 3º visconde de Fonte Arcada, que lhe teria ficado de seu tio-avô, Manuel Jacques de Magalhães, falecido em 1707, sem descendência[2]. Segundo outras fontes, porém, o título só seria retomado pelo seu filho, João António Jacques de Magalhães o qual viria a ser, na realidade, o 3º visconde de Fonte Arcada[3], que o passaria, por sua vez, ao filho António Francisco Jacques de Magalhães que faleceu em 1880 sem descendência, extinguindo-se aí o título[4]. Em todo o caso é incontestável que António Jacques de Magalhães sucedeu no senhorio da casa de seu pai, João Jacques de Magalhães, assegurando a continuidade da linhagem dos subsequentes titulares do viscondado[5]. Veio a falecer no dia 16 de Abril de 1776. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido em 1716, António Jacques de Magalhães foi o segundo filho de João Jacques de Magalhães[1], que foi fidalgo da casa real, senhor dos morgados e casa dos Jacques de Magalhães, alcaide mor de Castelo Rodrigo, comendador e pensionário da corte e militar de carreira em Elvas, Portalegre e na Beira, e de sua esposa, Dona Maria Inácia de Meneses, que era também sua prima coirmã, por serem ambos netos de Pedro Jacques de Magalhães. António Jacques de Magalhães continuava assim, tanto do lado do pai como da mãe, a linhagem dos Jacques de Magalhães, que ascende ao século XIV, a Gillen Jacques, fidalgo aragonês que entrou em Portugal e recebeu mercês de D. Afonso V, no Algarve. Desta linhagem fizeram parte algumas figuras destacadas da nobreza portuguesa, tais como Pedro Jacques que foi fidalgo da casa real, do conselho de D. Afonso V, a quem serviu na batalha de Toro e de quem recebeu por mercê as comendas de Bouças e do paúl da Bordeira com que instituiumorgado, e Henrique Jacques, também fidalgo da casa real, alferes mor da ordem de Cristo e capitão-mor da armada no Algarve[6]. Na sua linhagem, distinguiram-se também o seu bisavô paterno Pedro Jacques de Magalhães, célebre militar português na guerra da Restauração e seu avô paterno Henrique Jacques de Magalhães que seguiu as pisadas daquele e veio a ser capitão general e governador de Angola[7].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por sua trisavó paterna, Violante de Vilhena, do costado paterno de seu avô, Henrique Jacques de Magalhães, descendia de outra ilustre linhagem portuguesa de origem castelhana com raízes no século XIII, os senhores de Tovar, que foram também senhores de Cevico e de Boca de Huérgano, em Leão e Castela, na qual se destacou Sancho de Tovar que foi copeiro mor de D. Sebastião.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo lado de sua bisavó paterna, Luísa Freire de Andrade, descendia dos Freires de Andrade que foram também fidalgos da casa real e cuja linhagem remonta a Fernão Peres de Andrada que viveu nos finais do século XIV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da parte da sua avó paterna, Lourença Henriques, que era filha de João Lobo Brandão, senhor do morgado de Alvito, ficou-lhe o costado dos Guerra Lobo que foram fidalgos da Casa Real.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo lado do seu avô materno, D. António de Meneses, António Jacques de Magalhães ficava com um costado dos alcaides mores de Sintra e senhores de Alconchel e Formoselhe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;António Jacques de Magalhães casou com D. Antónia Mariana de Noronha, com quem teve em 1675 o seu único filho, João António Jacques de Magalhães, que veio a ser o 4º visconde de Fonte Arcada[1].&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;__________&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 1,0 1,1 1,2 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=39999"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=39999&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 2 COSTA, António Carvalho da, 1650-1715, Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal… / P. Antonio Carvalho da Costa. - Lisboa : na Off. de Valentim da Costa Deslandes, 1706-1712. - 3 vol., tomo III, p.377 in BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/434/1/hg-1067-v/hg-1067-v_item1/P493.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 3 Resenha das familias titulares do reino de Portugal, por João Carlos Feo Cardoso de Castello Branco e Torres, Manuel de Castro Pereira &lt;/span&gt;&lt;a class="external free" ct="result&amp;amp;resnum=" dq="5%C2%BA+visconde+de+fonte+arcada&amp;amp;source=" hl="pt-PT&amp;amp;ei=" href="http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA90&amp;amp;lpg=PA90&amp;amp;dq=5%C2%BA+visconde+de+fonte+arcada&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WClHNbA&amp;amp;sig=5SJwSnHpuuFvrCU2d-vJT-PzJv0&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=gnAYSqmCFeSZjAfI1-TpDA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7#PPA89,M1" ots="Q40WClHNbA&amp;amp;sig=" pg="PA90&amp;amp;lpg=" rel="nofollow" sa="X&amp;amp;oi=" title="http://books.google.pt/books?id="&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA90&amp;amp;lpg=PA90&amp;amp;dq=5%C2%BA+visconde+de+fonte+arcada&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WClHNbA&amp;amp;sig=5SJwSnHpuuFvrCU2d-vJT-PzJv0&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=gnAYSqmCFeSZjAfI1-TpDA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7#PPA89,M1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 4 MONICA, Maria Filomena, A lenta morte da câmara dos Pares (1878-1896), Análise Social, vol. xxix (125-126), 1994 (l.°-2.°), 121-152 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 5 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal, Braga/ Agostinho de Azevedo Meirelles e Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga, Pax, 17 vol, tomo XVI, p. 129. Excerto: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/12151/2/hg-40109-v/hg-40109-v_item1/hg-40109-v_PDF/hg-40109-v_PDF_01-B-R0300/hg-40109-v_0023_118-132_t01-B-R0300.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 6 COSTA, António Carvalho Id. Ibid.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 7 GAIO, Felgueiras, Id. Ibid.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-3933038604429484139?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/3933038604429484139/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/antonio-jacques-de-magalhaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/3933038604429484139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/3933038604429484139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/antonio-jacques-de-magalhaes.html' title='António Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-6438200501052528049</id><published>2009-05-10T12:37:00.001-07:00</published><updated>2010-02-13T10:01:51.765-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>João António Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;João António Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; (5 de Novembro de 1765 – 2 de Novembro de 1822), foi um nobre português dos finais do século XVIII e inícios de século XIX. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biografia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;João António Jacques de Magalhães foi um nobre português que viveu nos reinados de D. José, D. Maria I e nos primeiros anos do reinado de D. João VI, assistindo à conturbada época das invasões francesas e à fuga da família real para o Brasil. Foi fidalgo da casa real, 5º alcaide mor de Castelo Rodrigo, 9º senhor do morgado da Bordeira, em Lagos, comendador da ordem de Cristo e das ordenanças da corte [1]. Pela morte do pai, António Jacques de Magalhães, a 16 de Abril de 1776, passou a usar o título de visconde de Fonte Arcada [2]. No dia 15 de Agosto de 1792 realizou-se o seu casamento na Ajuda, Lisboa, com D. Maria Bárbara da Camara, filha de D. Pedro Figueiredo da Câmara, camarista, e de D. Mariana de Meneses, dama do Paço, sendo aquele neto paterno de D. Vasco da Camara, alcaide mor de Belmonte. João António Jacques de Magalhães faleceu no dia 2 de Novembro de 1822, deixando descendência [3]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascido em 1765, João António Jacques de Magalhães foi o único filho de António Jacques de Magalhães, que foi senhor da casa dos Jacques de Magalhães e fez carreira militar em várias praças do reino, e de sua esposa D. Antónia Mariana de Noronha, filha de D. José de Noronha, fidalgo da casa real e de D. Mariana Isabel Soares Ribeiro. Descendia da linhagem dos Jacques de Magalhães, que remonta ao século XIV, a Gillen Jacques, fidalgo aragonês que entrou em Portugal e recebeu mercês de D. Afonso V, no Algarve. Desta linhagem fizeram parte algumas figuras destacadas da nobreza portuguesa, tais como Pedro Jacques que foi fidalgo da casa real, do conselho de D. Afonso V, a quem serviu na batalha de Toro e de quem recebeu por mercê as comendas de Bouças e do paúl da Bordeira com que instituiu morgado, e Henrique Jacques, também fidalgo da casa real, alferes mor da ordem de Cristo e capitão mor da armada no Algarve. À mesma linhagem pertenceram ainda o seu trisavô, Pedro Jacques de Magalhães, célebre militar português na guerra da Restauração, o seu bisavô, Henrique Jacques de Magalhães, que seguiu as pisadas daquele e veio a ser capitão general e governador de Angola e o seu avô, João Jacques de Magalhães, que foi também grande militar no reino e no ultramar [4]. Pelo lado deste seu avô paterno descendia ainda de outra família de origem castelhana que surgiu em Portugal no século XIII, a dos senhores de Tovar, que foram também senhores de Cevico e Boca de Huérgano, em Leão e Castela, na qual se destacou Sancho de Tovar que foi copeiro mor de D. Sebastião, [5] e, através de sua trisavó Lourença Henriques, que era filha de Lobo Brandão, que foi senhor do morgado de Alvito, descendia da família dos Guerra Lobo que foram fidalgos da casa real, e, através de sua bisavó paterna, Luísa Freire de Andrade, descendia dos Freires de Andrade que foram também fidalgos da casa real e cuja linhagem remonta a Fernão Peres de Andrada que viveu nos finais do século XIV. Do lado de sua avó paterna, Maria Inácia de Meneses, descendia dos alcaides mores de Sintra e senhores de Alconchel e Fermoselle. Pelo lado do seu avô materno descendia dos condes dos Arcos, cujo pai, D. Tomás de Noronha, foi o 5º deste título. Pela parte da sua avó materna, Mariana Isabel das Montanhas Ribeiro Soares de Castilho, descendia dos senhores do morgado dos Apréstimos, e seu bisasavô materno além de 3º senhor deste morgado foi ainda governador da ilha da Madeira. Do seu casamento com D. Maria Bárbara da Câmara teve dois filhos: António Francisco Jacques de Magalhães que veio a ser o derradeiro visconde de Fonte Arcada e veio a casar com Maria Isabel Raposo d'Álte Espargosa; Maria Antónia Joana da Camara Meneses, que viria a casar-se com João Lobo Brandão de Almeida, 1º conde e 1º visconde de Alhandra [3].&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;_________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 1 Resenha das familias titulares do reino de Portugal, por João Carlos Feo Cardoso de Castello Branco e Torres, Manuel de Castro Pereira.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA90&amp;amp;lpg=PA90&amp;amp;dq=5%C2%BA+visconde+de+fonte+arcada&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WClHNbA&amp;amp;sig=5SJwSnHpuuFvrCU2d-vJT-PzJv0&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=gnAYSqmCFeSZjAfI1-TpDA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7#PPA89,M1"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA90&amp;amp;lpg=PA90&amp;amp;dq=5%C2%BA+visconde+de+fonte+arcada&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WClHNbA&amp;amp;sig=5SJwSnHpuuFvrCU2d-vJT-PzJv0&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=gnAYSqmCFeSZjAfI1-TpDA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7#PPA89,M1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 2 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal, Braga/ Agostinho de Azevedo Meirelles e Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga, Pax, 17 vol, tomo XVI, p. 130. BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P334.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P334.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 3,0 3,1 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=12941"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=12941&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 4 VARELLA, Luís Soveral, Genealogia. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://luissoveral.com.sapo.pt/Jaques.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 5 GAIO, Felgueiras, Ob. cit., p. 129. BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P333.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P333.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-6438200501052528049?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/6438200501052528049/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/joao-antonio-jacques-de-magalhaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/6438200501052528049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/6438200501052528049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/joao-antonio-jacques-de-magalhaes.html' title='João António Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4718026055679088890.post-2119959486892860623</id><published>2009-05-10T12:36:00.000-07:00</published><updated>2010-12-30T21:55:30.097-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas biográficas'/><title type='text'>António Franscisco Jacques de Magalhães</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;António Francisco Jacques de Magalhães&lt;/strong&gt; (Lisboa, Campo Grande 25 de Maio de 1793 – 19 de Agosto de 1880) foi um nobre, militar e político português do século XIX.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Biografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Francisco Jacques de Magalhães viveu na época dos primeiros movimentos liberais em Portugal que conduziram à queda do Antigo Regime, participou na guerra civil e na instauração da monarquia constitucional, onde veio a assumir papel de relevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da sua condição aristocrática, na qual ostentou, a partir de 1822, os títulos de visconde de Fonte Arcada, de 6º alcaide mor de Castelo Rodrigo e de 10º senhor do morgado da Bordeira, [1] afirmou-se sempre como um liberal convicto, dedicando-se à causa liberal tanto no plano militar como político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1826 aderiu à Carta Constitucional e foi deputado cartista nas cortes gerais extraordinárias e constituintes da nação portuguesa, até 1828. Por essa altura, isto é, até ao início da guerra civil (1828-1834), foi coronel das milícias liberais dos regimentos de Torres Vedras, acabando por ser demitido do exército em 1828. [1] [2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1833 regressou ao exército liberal como comandante do 6º batalhão nacional fixo e do 3º batalhão provisório, e a 14 de Setembro desse ano distinguiu-se em combate em Lisboa. [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1834, terminada a guerra civil, foi eleito deputado pela Estremadura, [3] e em 1835 foi feito par do Reino. [4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1838, na segunda metade do Setembrismo (1836-1840), foi eleito deputado por Alenquer, assinalando-se a sua presença nas Cortes Gerais que decretaram a nova Constituição que foi jurada pela rainha D. Maria II. [5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1840 e 1843 foi presidente da Câmara de Marciana, retomando, entretanto em 1842, o pariato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros anos da Regeneração integrou o «Partido Nacional» Progressista anti-cabralista, cuja comissão central era presidida pelo 2º marquês de Loulé. Em Dezembro de 1850, António Francisco Jacques de Magalhães era o representante deste partido na subcomissão de Braga. Após a cisão partidária resultante da dissolução parlamentar de Julho de 1852, o visconde de Fonte Arcada enveredou, com outros companheiros, pela «dissidência progressista histórica» e no Verão de 1854 organizou com eles o Partido Histórico, ligado ao novo governo do marquês de Loulé. Em 1856 foi um dos seis vice-presidentes do novo partido. [6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sessão da Câmara dos pares de 10 de Fevereiro de 1857, António Francisco Jacques de Magalhães, dando voz a uma minoria de pares que se arvoravam juntamente com ele em paladinos do direito público à informação dos trabalhos parlamentares do pariato, fez-se notar pelo discurso que proferiu, advogando a necessidade de «uma publicação que consagrasse para a história o papel desempenhado pela Câmara dos Pares», para o que propunha «a adopção do mesmo modelo de publicação das sessões que vigorava na Câmara dos Deputados.» Mas o visconde de Fonte Arcada não veio a obter daí os resultados esperados. [7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era conhecida a sua preocupação relativamente ao estado da agricultura em Portugal e, em Março de 1856, enquanto se afirmava como figura proeminente no Partido Histórico, ainda na sua fase embrionária, apresentou um sentido discurso sobre a crise agrícola portuguesa. [8] Isso explica a sua simpatia pelo associativismo agrícola. Em 25 de Março de 1860, António Francisco Jacques de Magalhães reuniu com mais de noventa agricultores numa sala da Companhia das Lezírias, manifestando aí, juntamente com outros, poucos, liberais convictos, a sua disponibilidade para os ajudar na criação da nova Sociedade Central da Agricultura. [9]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o Fontismo (1869-1890) António Francisco Jacques de Magalhães parecia manter ainda a sua energia do político de outros tempos, pois desde 19 de Março de 1878 que foi um dos pares mais empenhados na polémica discussão do projecto de reforma do pariato, no sentido de que este viesse a readquirir o seu prestígio, posto que o sistema da Câmara dos Pares havia sido acusado de ter caído na promiscuidade, pelo facto de os pares serem «filhos das afeições dos ministros» e não serem de eleição popular. O visconde de Fonte Arcada concordava com a opinião corrente de que a câmara carecia de reforma, e logo apresentou a sua proposta de que em vez de se reformar o pariato, a solução devia passar pela promulgação de uma lei de incompatibilidades, «a única forma de se libertar o sistema da promiscuidade que o afectava». [10]O problema iria arrastar-se-ia ainda por muitos anos até à falência da instituição, mas a verdade é que, no imediato, o projecto em discussão recebeu 46 votos a favor e 10 contra e baixou à Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de militar e de político, António Francisco Jacques de Magalhães foi também um homem dado às letras. Em 1869 havia publicado as Vozes leaes ao povo portuguez, obra que se encontra guardada na Biblioteca Martins de Carvalho [11] e em 1886 foram publicadas pela imprensa nacional de Lisboa as suas Poesias inéditas, «coligidas e mandadas imprimir em homenagem à sua memória por sua viúva, a viscondessa Maria Isabel Raposo de Sousa d’Alte Espargosa» e reimpressas as Vozes leaes. [12]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nasceu a 25 de Maio de 1793 no Campo Grande, em Lisboa e foi o primeiro filho de João António Jacques de Magalhães e de D. Maria Bárbara de Figueiredo Cabral da Camara. O pai foi 5º alcaide mor de Castelo Rodrigo, 9º senhor do morgado da Bordeira, no termo de Lagos, comendador da Ordem de Cristo e das ordenanças da corte e, tendo falecido a 2 de Novembro de 1822, deixou-lhe o título de visconde de Fonte Arcada. António Francisco Jacques de Magalhães descendia da linhagem dos Jacques de Magalhães, cujo primeiro representante foi Gillen Jacques, fidalgo aragonês que entrou em Portugal no século XIV e se estabeleceu no Algarve, recebendo aí mercês de D. Afonso V. O neto daquele, Pedro Jacques, foi fidalgo da casa real, pertenceu ao conselho real de D. Afonso V, com o qual esteve na batalha de Toro e do qual recebeu por mercê as comendas de Bouças e do paúl da Bordeira instituindo aqui morgado, e o bisneto, Henrique Jacques, também fidalgo da casa real, alferes mor da ordem de Cristo e capitão mor da armada no Algarve. À mesma linhagem pertenceram ainda o seu tetravô, Pedro Jacques de Magalhães, um dos heróis militares portugueses da guerra da Restauração e o seu trisavô, Henrique Jacques de Magalhães, que seguiu as pisadas daquele e veio a ser capitão general e governador de Angola e o seu bisavô, João Jacques de Magalhães, que foi também grande militar no reino e no ultramar. [13]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo lado do mesmo João Jacques de Magalhães descendia também de outra família de origem castelhana, a dos senhores de Tovar, uma família que surgiu em Portugal no século XIII,e que foi também detentora dos senhorios de Cevico e Boca de Huérgano, em Leão e Castela, tendo-se nela destacado, por mais recente memória, Sancho de Tovar que foi copeiro- mor de D. Sebastião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também descendia, por sua tetravó, Lourença Henriques, da família dos Guerra Lobo que foram fidalgos da Casa Real e, através de sua, trisavó paterna, Luísa Freire de Andrade descendia dos Freires de Andrade que foram também fidalgos da casa real e cuja linhagem remonta a Fernão Peres de Andrada que viveu nos finais do século XIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado de sua avó paterna, D. Antónia Mariana de Noronha descendia dos condes de Arcos, de que seu bisavô foi o 5º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo lado do seu avô materno, D. Pedro de Figueiredo Cabral da Camara, descendia dos condes de Vila Franca e da Ribeira Grande que foram também capitães donatários da ilha de São Miguel, nos Açores e pertenceu a esta família seu bisavô, D. José Rodrigo da Camara que foi presidente do senado da câmara de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela parte da sua avó materna, D. Mariana de Meneses, descendia dos senhores dos morgados da Pataneira e Torre da Caparica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do seu casamento com D. Maria Isabel Raposo de Sousa d’Alte Espargosa não houve filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Francisco Jacques de Magalhães faleceu no dia 19 de Agosto de 1880 sem descendência, extinguindo-se com ele o título de visconde de Fonte Arcada. [14]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;__________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 1,0 1,1 1,2 Resenha das familias titulares do reino de Portugal, por João Carlos Feo Cardoso de Castello Branco e Torres, Manuel de Castro Pereira &lt;/span&gt;&lt;a href="http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;dq=resenha+das+fam%C3%ADlias+titulares+do+reino+de+portugal&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WCsDPiB&amp;amp;sig=D4-MPXG3N1GzPJ5cleowQKQ2C4k&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=NHMZSpj2CNnKjAfas6T5DA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=1#PPA89,M1"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://books.google.pt/books?id=v4oDAAAAYAAJ&amp;amp;dq=resenha+das+fam%C3%ADlias+titulares+do+reino+de+portugal&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Q40WCsDPiB&amp;amp;sig=D4-MPXG3N1GzPJ5cleowQKQ2C4k&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ei=NHMZSpj2CNnKjAfas6T5DA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=1#PPA89,M1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;↑ 2 MONICA, Maria Filomena, A lenta morte da câmara dos Pares (1878-1896), Análise Social, vol. xxix (125-126), 1994 (l.°-2.°), 121-152, p.25. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 3 MONICA, Maria Filomena, Id. Ibid. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223301788M4wVS7mc7Sr99XM1.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 4 Maltez, José Adelino, Repertório Português de Ciência Política, Letra F. Excerto: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://maltez.info/respublica/topicos/ff/fo%20total.htm"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://maltez.info/respublica/topicos/ff/fo%20total.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 5 PORTUGAL. Constituição, 1838. Constituição política da Monarquia portuguesa Constituição politica da Monarchia portugueza. - Lisboa : Na Imp. Nacional, 1838. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/725/1/P30.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/725/1/P30.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 6 SARDICA, José Miguel, A vida partidária portuguesa nos primeiros anos da Regeneração, Análise Social, vol. XXXII (143-144), Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa (UCP), 1997, (4.º-5.º), 747-777. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218793617W8uJL5lv4Ey14MT8.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218793617W8uJL5lv4Ey14MT8.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 7 MONTEIRO, Isilda Braga da Costa, O Registo escrito do discurso parlamentar: uma (re)construção, Instituto de História Moderna da Universidade do Porto, p.305. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4861.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4861.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 8 A Monarquia Constitucional (1822-1910) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prof2000.pt/users/ruis/12%C2%BA_ano/a%201a%20republica.htm"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.prof2000.pt/users/ruis/12%C2%BA_ano/a%201a%20republica.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 9 GRAÇA, Laura Larcher, Conselho Económico e Social – Propriedade e Agricultura: Evolução do modelo dominante de sindicalismo agrário em Portugal, Lisboa, 1990, p.84. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ces.pt/file/doc/226"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.ces.pt/file/doc/226&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 10 MONICA, Maria Filomena, Ob. cit. p.6.&lt;br /&gt;↑ 11 Biblioteca Martins de Carvalho, lista de publicações p.252 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ucp.pt/site/resources/documents/Biblioteca/Bibliotecas%20Memoriais/MartinsCarvalho_Autores.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.ucp.pt/site/resources/documents/Biblioteca/Bibliotecas%20Memoriais/MartinsCarvalho_Autores.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 12 Poesias ineditas do visconde de Fonte Arcada, colligidas e mandadas imprimir em homenagem á sua memoria por sua viuva, a viscondessa de Fonte Arcada, Maria Isabel Raposo de Sousa d'Alte Espargosa e reimpressão das Vozes leaes ao povo portuguez. Publicado em 1886, Imprensa nacional (Lisboa) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://openlibrary.org/b/OL6343229M/Poesias-ineditas-do-visconde-de-Fonte-Arcada%2C-colligidas-e-mandadas-imprimir-em-homenagem-a%CC%81-sua-memoria-por-sua-viuva%2C-a-viscondessa-de-Fonte-Arcada"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://openlibrary.org/b/OL6343229M/Poesias-ineditas-do-visconde-de-Fonte-Arcada%2C-colligidas-e-mandadas-imprimir-em-homenagem-a%CC%81-sua-memoria-por-sua-viuva%2C-a-viscondessa-de-Fonte-Arcada&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 13 GAIO, Felgueiras, 1750-1831, Nobiliário de famílias de Portugal, Braga/ Agostinho de Azevedo Meirelles e Domingos de Araújo Affonso, 1938-1941, Braga, Pax, 17 vol, tomo XVI, p. 129. BND &lt;/span&gt;&lt;a href="http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P334.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://purl.pt/12151/1/hg-40109-v/hg-40109-v_item4/P334.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;↑ 14 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=23510"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=23510&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4718026055679088890-2119959486892860623?l=leoborsal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leoborsal.blogspot.com/feeds/2119959486892860623/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/antonio-franscisco-jacques-de-magalhaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/2119959486892860623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4718026055679088890/posts/default/2119959486892860623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leoborsal.blogspot.com/2009/05/antonio-franscisco-jacques-de-magalhaes.html' title='António Franscisco Jacques de Magalhães'/><author><name>Leonel Salvado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09935363114621813052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_S-CeBwoQBF8/S6fMOFi3RrI/AAAAAAAAAkY/MSCsOO0TRvw/S220/Eu1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
